"Essa banda é como um avião. Stone e Jeff são os pilotos, Matt é o motor, e eu e Mike somos os assistentes de vôo"
Eddie, 13.05.2010 em show em Bristow, VA.
Twitter PJEvolution
A versão do Eddie para "My City Of Ruins' do Bruce Springsteen gravada no Kennedy Center Honors está disponível para compra pelo Ten Club e pelo iTunes por $99. Toda a renda será destinada à organização Artists for Peace and Justice que atua em benefício do Haiti.
O Ten Club também liberou um vídeo comemorativo da turnê, com imagens do shows ao som de Amongst The Waves. O vídeo também só está disponível para membros.
Main Set: Release, Even Flow, Lukin, Corduroy, In Hiding, Save You, Deep, Jeremy, Wishlist, Hail Hail, Given To Fly, I Got ID, Daughter/It’s Ok, Got Some, Better Man /Save It For Later, Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town, Rearviewmirror
Encore Break: Do The Evolution, Animal, Just Breathe, Black, I Believe In Miracles, Alive, Rockin’ In The Free World, Yellow Ledbetter.
Multishow vai exibir apresentação completa da banda no Lollapalooza Brasil!
O Multishow anunciou que vai transmitir a apresentação do Pearl Jam no encerramento do Lollapalooza! O show da banda não foi exibido na transmissão ao vivo do canal, pela televisão e pela internet. A transmissão será no próximo sábado, dia 6 de abril, às 21h30:
Graças a mobilização dos fãs nas redes sociais, o Pearl Jam autorizou que o Multishow exiba o show que a banda realizou no último domingo (31) em São Paulo como encerramento do festival Lollapalooza 2013. A íntegra da apresentação, que foi uma dos mais emocionantes do festival, será exibida uma única vez no próximo sábado, 6 de abril, às 21h30.
Inicialmente, o Multishow, como canal oficial do Lollapalooza Brasil 2013, iria transmitir a apresentação ao vivo, pedido que foi negado pela banda durante o festival. Com isso, os fãs que aguardavam ansiosamente a transmissão fizeram uma campanha nas redes sociais para tentar sensibilizar a banda. A mobilização não surtiu efeito imediato - o grupo manteve sua política de não fazer ações do tipo, afinal - mas acabou sensibilizando a longo prazo e as negociações acabaram avançando para garantir que a apresentação fosse exibida dias após o show.
Encerrando com classe o Lollapalooza Brasil, o show do Pearl Jam teve duração de mais de duas horas e arrastou uma multidão de 60 mil pessoas ao Jockey Clube de São Paulo. O setlist foi feito especialmente para ocasião, privilegiando hits como "Alive", "Even Flow", "Black", "Do The Evolution", entre
Main Set: Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town, Why Go, (Interstellar Overdrive)/Corduroy, Comatose, Olé, Do The Evolution, Wishlist, Got Some, Even Flow, Nothing Man, Insignificance, Daughter/(W.M.A), World Wide Suicide, Jeremy, Unthought Known, State Of Love And Trust, Rearviewmirror.
Encore Break: Given To Fly, Not For You/(Modern Girl), Better Man/(Save It For Later), Black, I Believe In Miracles, Go, Alive, Baba O’Riley, Yellow Ledbetter.
Com a vinda tanto do Pearl Jam quanto do Queens para o Lollapalooza brasileiro, no fim do mês, os brasileiros podem vir a ter a chance de ouvir isso ao vivo. “Se o Josh não estiver em outra cidade e se ele for ao nosso show...”, especulou o baixista Jeff Ament em conversa com a Rolling Stone Brasil. “O Josh é incrível, muito profissional, somos todos fãs do Queens of the Stone. Então, sim, algo pode rolar.” Segundo a Rolling Stone apurou, Homme estará em São Paulo no dia do show do Pearl Jam, em 31 de março. “Sim! Com Certeza [queremos tocar com ele]. Por favor ligue para ele por mim”, completou o brincalhão baterista Matt Cameron. “Está nas suas mãos.” Apesar de não revelar um plano completo, ele acrescentou: “Bem, eu sei tocar aquela música...”
Pearl Jam na capa da Rolling Stone Brasil de março!
Com o Lollapalooza cada vez mais próximo, o Pearl Jam vai estar na capa da próxima edição da Rolling Stone, nas bancas a partir de amanhã. Confira a capa e um trecho da matéria especial:
Variantes Constantes
"Tudo começou com uma fita cassete, em um gravador de quatro canais”, reflete o baterista Matt Cameron, enquanto dirige em Seattle, indo para um encontro com os companheiros de Pearl Jam. Na reunião, o quinteto começaria a definir o planejamento para as atividades de 2013. Por enquanto, sabe-se pouco: há os shows da América do Sul nas próximas semanas (incluindo um como atração principal da terceira noite do Lollapalooza, em São Paulo) e duas datas na América do Norte, em julho. Fora isso, a banda – completada pelo vocalista Eddie Vedder, pelos guitarristas Stone Gossard e Mike McCready e pelo baixista Jeff Ament – pensa em finalmente terminar de gravar o sucessor de Backspacer (2009), que começou a ser concebido mais de 30 meses atrás. Mas a mente de Cameron está em uma época bem mais distante, em canções e memórias que há tempos já se tornaram parte dos livros de história do rock.
No verão de 1990, Gossard e Ament passavam por um momento de desilusão e dor. Apple, o álbum de estreia da banda em que tocavam, o Mother Love Bone, deveria chegar às lojas em abril, por uma grande gravadora, e a expectativa geral era a de que fosse um sucesso. Mas, em março, o vocalista Andrew Wood morreu (vítima de uma overdose de heroína) e levou com ele o sonho pelo qual os integrantes haviam trabalhado nos últimos meses. Devastado, Gossard decidiu repensar seus rumos musicais, gravando uma fita demo instrumental. Convocou o ex-guitarrista do Shadow, McCready, e o também parceiro musical de longa data, Ament. Como não tinham um baterista ainda, o titular do Soundgarden, Matt Cameron, deu uma ajuda aos companheiros. “O Stone tinha umas tabelas gigantes mostrando para onde cada música ia, o Matt achou aquilo engraçado”, relembra McCready. “Gravamos tudo em uns dois ou três dias, no loft dos pais do Stone.”
“Trabalhamos em coisas que acabaram virando‘Alive’, ‘Once’, ‘Even Flow’ – todos esses hits monstruosos”, conta Cameron. “Eu gostava muito do que o Stone escrevia, na época foi uma ótima oportunidade de trabalhar com ele.” A história que veio a seguir ficou famosa: as músicas acabaram nas mãos de um desconhecido de São Diego, um surfista chamado Eddie Vedder, que usou um gravador caseiro para colocar vocais em três canções. Quando a banda ouviu o resultado, mal conseguiu acreditar. O que parecia extremamente improvável havia acontecido: mais do que um cantor, eles haviam encontrado uma alma gêmea. A junção perfeita entre o instrumental pesado (mas radiofônico), as letras confessionais e conturbadas e a voz única de Vedder gerou Ten (1991), primeiro disco do Pearl Jam e uma das pedras fundamentais do rock produzido nos anos 90.
Quase 22 anos depois, em fevereiro deste ano, Ten chegou a 10 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos. Mais do que isso, segue vendendo até 4 mil unidades por semana naquele país – um feito invejável em tempos não exatamente favoráveis para bandas de rock. No Brasil foram 140 mil discos comercializados. “É meio surpreendente ter uma coisa assim acontecendo 20 anos depois”, afirma Jeff Ament. “Temos sorte de ainda sermos surpreendidos a esta altura.” Para McCready – que diz ter achado a notícia engraçada, já que fazia anos que ele não pensava em Ten –, atingir a marca representa uma verdadeira e completa realização artística. “Só tenho a agradecer por as pessoas ainda quererem ouvir aquelas músicas e que elas signifiquem tanto para elas a ponto de ainda fazerem o disco ser vendido – em uma situação na qual não se compra mais música”, lembra. “Acho que ele tem algum valor mesmo, significa algo. É tudo o que se quer como artista, sabe? É importante fazer algo que tenha significado.”
Conquistas como essa ajudaram o Pearl Jam a relaxar. Isso e o fato de atualmente o grupo conseguir levar uma carreira quase sem influências externas. No começo, entretanto, isso tudo parecia ser impossível para a banda mais combativa das últimas décadas, como provaram vários conflitos notórios entre os músicos e as grandes corporações. Foram eles que levaram às últimas consequências uma disputa sobre preços com a gigante das entradas de shows Ticketmaster; não cederam quando a Epic Records tentou impor “Black” como single de Ten; recusaram-se por anos a dar entrevistas ou promover novos lançamentos, inclusive sem produzir clipes em uma época em que a MTV era um meio essencial para a divulgação da música de massa. E tudo parece ter valido a pena, mesmo que tenha gerado quantidades enormes de estresse. “Se você quer sobreviver como banda, é preciso lutar pelo que você acha certo”, resume McCready, sem hesitar. “O Ed e o Jeff certamente fizeram isso ao longo da nossa carreira, com nossas gravadoras e todo o resto. E hoje, fazemos negócios com a Ticketmaster. Você tem de fazer o que for necessário para levar as pessoas aos seus shows. Esse é o ponto principal. Você aprende como na vida: errando. Às vezes acha que precisa controlar coisas sobre as quais não tem controle.” O guitarrista dá como exemplo a própria indústria da música, que passou por um número incrível de reviravoltas nos últimos 20 anos – e que ainda não dá sinal algum de estabilidade. “Quem sabe como vão ser os próximos dez anos, como as pessoas ouvirão música? Isso tem mudado a cada dia. Tentamos nos manter atualizados quanto a isso também.”
Em outras palavras, foi preciso que o quinteto evoluísse para ser mais do que uma banda de rock: atualmente o Pearl Jam é uma empresa de porte respeitável, que tem funcionários e até uma sede física, um galpão em Seattle que serve de escritório, área de ensaio e armazenamento de equipamento. Cada integrante vê essa mudança de uma forma diferente, embora todos tenham a mesma conclusão: ela foi essencial para o estabelecimento da banda, além de tê-la ajudado a se manter por cima. “Durante muitos anos, é apenas uma banda”, define Matt Cameron (que apesar de ter tocado naquela primeira fita demo, só assumiu as baquetas do Pearl Jam definitivamente em 1998). “E aí, lentamente, você consegue incorporar o lado dos negócios de ser um músico tocando em uma banda de rock. É algo que exige uma adaptação, mas ficar a par do lado mais técnico é essencial se você quiser ter sucesso na indústria da música.”
Está disponível no Ten Club o compacto em 7 polegadas do Eddie, "Love Boat Captain", com duas músicas gravadas em show no Orpheum Theatre, Minneapolis em 2011. Ele foi lançado na última edição do Record Store Day, e agora pode ser comprado por todos:
EDDIE VEDDER LOVE BOAT CAPTAIN 7" SINGLE B/W WISHLIST LIVE BOTH SONGS RECORDED LIVE AT THE ORPHEUM THEATRE, MINNEAPOLIS MN 7/2/2011 2012 SEATTLE SURF CO/MW
Depois da experiência na composição da trilha de "Na Natureza Selvagem", de Sean Penn, o Eddie será responsável pela trilha do novo filme do diretor de "Coração Louco", Scott Cooper, Trata-se de "Out of the Furnace", ainda sem título em português.
Além de canções inéditas, ele escolherá canções solo e do Pearl Jam para a trilha.
Filme conta a história de um homem que acaba de ser libertado após quatro anos de prisão. Sua esperança de ter paz é abalada quando seu irmão mais novo é brutalmente assassinado e ele decide buscar vingança.
O site Antiquiet conseguiu uma cópia com demos do Eddie gravadas entre 1989 e 1990 com amigo dele na época. São quatorze faixas, com canções já conhecidas, mas com gravações diferentes, covers, etc. Melhor "novidade" para começar o ano, certo?